COMO O MESSIAS CHEGARÁ
publicado originalmente em 22 de janeiro de 2017
O Kabalista Rav Ashlag, que fundou o Centro de Kabbalah em 1922, diz que há uma famosa passagem das Escrituras que fala sobre uma trombeta soando pouco antes do Messias chegar. Um shofar (um chifre de carneiro) deve ser tocado quando a Redenção Final do nosso mundo acontecer, e o mundo inteiro o ouvirá.
Esqueça o significado literal. Nenhum homem na Terra tem fôlego suficiente para soprar o shofar alto o bastante para o mundo inteiro ouvir.
Talvez seja transmitido pela CNN ou pela FOX NEWS?
O Rav Ashlag provavelmente ficaria consternado com essa resposta também.
Então, o que significa que uma trombeta vai ignitar a paz na Terra e o paraíso?
O ZOHAR REVELA UM GRANDE SEGREDO
Antes de respondermos a essa pergunta, o Zohar nos oferece uma percepção surpreendente. O Zohar diz claramente que os israelitas são o coração do único corpo da humanidade, e que as outras nações e religiões são os vários órgãos que compõem esse único corpo.
O termo israelita refere-se a Jacó, cujo nome foi mudado para Israel depois que ele derrotou um anjo negativo — uma metáfora para o nosso próprio ego.
Jacó ganhou o título de Israel quando conquistou seu próprio ego. Jacó também representa a força da coluna central, conhecida também como livre-arbítrio ou resistência.
Livre-arbítrio?
Resistência?
Sim.
Nosso único livre-arbítrio é a escolha de resistir aos impulsos do ego. Quando fazemos isso é quando encontramos nossa humanidade. Quando obedecemos ao ego, somos meros robôs sem mente, escravizados aos caprichos e reações instigados pela escuridão que há dentro de nós.
Resistir ao egoísmo, à estreiteza de mente, à inclinação de julgar os outros e resistir às nossas dúvidas — é assim que nos tornamos um israelita. Cada vez que resistimos ao ego e escapamos de sua influência hipnótica sobre nós mesmos, estamos nos transformando. Cada ato de resistência, cada transformação, permite que a Luz e a energia extraordinária que habitam na realidade dos 99% fluam para o nosso mundo. Nos tornamos o canal. Não há ego para bloquear e entupir nossas artérias espirituais. Da mesma forma que o coração bombeia sangue para nutrir os outros órgãos, o israelita bombeia a Energia divina para o nosso mundo, nutrindo as outras nações. É por isso que o Zohar diz que os israelitas são o coração da humanidade.
A falta de fluxo sanguíneo no corpo pode causar gangrena. O antissemitismo é a gangrena espiritual.
Essa missão dos israelitas de ser a Luz para Todas as Nações nos foi dada no Monte Sinai. Moisés havia trazido a energia para o nosso mundo e ela era tão brilhante que toda a escuridão, incluindo a morte, foi banida do mundo.
Os kabalistas também nos contam que cada nação da Terra participou desse estado imortal e alegre de existência. Todas elas vivenciaram a revelação no Monte Sinai em sua própria língua única.
Você captou isso?
O Criador não exigiu que as nações não israelitas ouvissem a palavra de Deus em hebraico, ou em aramaico. Qualquer que fosse a língua única que falavam, essa era a língua usada para canalizar essa energia Divina e inimaginável em suas vidas e neste mundo.
Muito profundo. Muito significativo. Muito revelador.
Então, se todos vivenciamos a felicidade e a imortalidade no Sinai, o que diabos aconteceu?
Acompanhe com atenção: NÃO foi a construção do Bezerro de Ouro que fez Moisés despedaçar as duas tábuas que eram o canal para a energia que fluía para o nosso planeta.
A verdadeira razão é que algo se rompeu dentro da consciência dos israelitas. O bezerro de ouro foi apenas um efeito. Uma trágica queda da consciência humana foi a causa.
O PERIGO DIABÓLICO DA DÚVIDA
Tudo o que os israelitas tinham que fazer para participar do derramamento permanente de Luz e Energia neste mundo para todas as nações era ativar o livre-arbítrio, resistir às suas dúvidas em Moisés e manter a certeza na Luz que trouxe a imortalidade.
Certeza, não importa o quê.
A força negativa conhecida como O Adversário ou Oponente recebeu permissão para testar os israelitas. Ele injetou uma visão em sua consciência tão real, tão vívida e tangível quanto qualquer realidade nossa.
Qual foi a visão?
Todos os 600.000 israelitas viram com seus próprios olhos que Moisés estava morto.
Se víssemos um amigo morto, diríamos: “É apenas uma ilusão? Devo ter certeza de que ele não está realmente morto”?
Acho que não.
Mas os israelitas estavam numa posição única. Haviam testemunhado a abertura do Mar Vermelho. Haviam vivenciado os milagres das dez pragas. E, mais importante, vivenciaram o milagre da liberdade da escravidão após 400 anos sendo escravizados no Egito.
Tudo o que tinham que fazer era lembrar dos milagres.
Em um nível mais profundo, o Egito era realmente o próprio ego deles. Eles conquistaram a liberdade do ego e da dúvida, e precisavam apenas lembrar das maravilhas realizadas através de Moisés.
Mas não lembraram. A consciência deles caiu. E isso é um problema. Por quê?
Porque nossa consciência cria nossa realidade. Ponto final. Ela não apenas influencia a realidade, ela a fabrica até o menor detalhe. Quando os israelitas perderam a consciência da imortalidade, perderam a imortalidade. Não apenas para si mesmos. Mas para o mundo.
E ali mesmo foi o renascimento da morte, o nascimento do antissemitismo, junto com o nascimento da religião, onde agora esperamos que algum poder externo fora de nossa própria consciência venha e traga o retorno do Sinai e do paraíso. Esse é o código do Bezerro de Ouro. Bezerro de Ouro refere-se ao mundo externo que nos escraviza, fazendo-nos abrir mão do poder de nossa consciência para alcançar a mente sobre a matéria.
E quantas vezes julgamos alguém que trouxe tanta Luz, mudança e milagres às nossas vidas? Geralmente esquecemos tudo e começamos a duvidar deles.
O SOM DA TROMBETA
Isso nos traz de volta à nossa pergunta original: o que o sopro do shofar tem a ver com mudar o mundo e ignitar o paraíso?
Preste atenção: o Rav Ashlag diz que não haverá ar físico soprando por uma trombeta que magicamente ou sobrenaturalmente trará o Messias e um mundo onde a morte morre para sempre de vez.
O Rav Ashlag diz muito claramente que são as palavras do Zohar e da sabedoria Universal da Kabbalah sendo faladas pelos israelitas aos seus vizinhos que trarão o paraíso. O ar que sopra de nossos pulmões formando palavras de sabedoria e levando a atos de bondade — ISSO é o sopro do Shofar. Perdemos a existência imortal para todo o mundo. Agora devemos compartilhar a sabedoria com o resto do mundo para restaurar o que perdemos.
Devemos isso.
Se você está insatisfeito com um líder governamental — seja Hillary, Trump, Putin ou qualquer outro — é porque trouxemos escuridão para o mundo. Trouxemos de volta o egoísmo, o autocentrismo e a injustiça. Precisamos derramar de volta a Luz original no mundo para banir a escuridão que reside nos corações dos outros.
O Rav Ashlag também diz claramente que todas as religiões e modalidades espirituais permanecerão no mundo do Messias e do paraíso. Da mesma forma que o mundo inteiro ouviu e vivenciou a revelação original no Sinai em sua própria língua particular.
A Kabbalah é apenas o sangue que nutre todos os órgãos do corpo. É universal. Pertence a todas as pessoas. A Kabbalah será a força nutritiva para todas as religiões individuais e doutrinas espirituais. A demonstração definitiva de respeito profundo, dignidade e unidade.
Uma célula do coração não quer se tornar uma célula do rim. Uma célula do fígado não tem desejo nem necessidade de se tornar uma célula do coração. Precisamos de cada célula e órgão para desempenhar sua própria função única e servir ao seu propósito particular como um membro, um órgão, uma célula no único corpo unido e imortal da humanidade. E cada órgão é igualmente importante, embora cada um sirva a uma função diferente.
Restaurar o fluxo sanguíneo espiritual (fluxo de Luz) nas artérias da humanidade! Esse é o nosso propósito e o nosso papel como israelitas. Desempenhamos esse papel com sucesso quando descartamos nossas dúvidas estúpidas e resistimos a julgar os outros e culpar líderes pelos nossos problemas!
Por 3.400 anos, a morte e a escuridão alcançaram um estado de existência imortal. A morte nunca morreria. A escuridão nunca desapareceria. E todas as nações não israelitas sofreram como resultado, e nos odiaram por isso.
Houve alguém que viveu há cerca de 2.000 anos e tentou reparar a situação. Era um kabalista e veio para levar a alma da Torah, a sabedoria do Zohar, a todas as nações gentias do mundo, enquanto o Rabi Shimon e o Rabi Akiva tentavam infundi-la nos corações e mentes da nação israelita.
Mas as pessoas duvidaram dele, e isso levou ao seu assassinato (três palpites sobre quem foi).
A notícia animadora é que, após 3.400 anos de morte e escuridão, finalmente alguém surgiu para carregar a tocha que o Zohar e o Rav Ashlag acenderam!
Essa pessoa somos nós — as pessoas que estão preparadas para trilhar o caminho da Kabbalah/Torah.
E nosso nome mudará, da forma como o nome de Jacó mudou, se resistirmos às nossas reações egocêntricas e dúvidas e seguirmos a chama.
Nos tornaremos verdadeiros israelitas, o coração da humanidade, trabalhando em harmonia e com profundo respeito pela dignidade e pelo bem-estar de toda a humanidade!
Webinar Gratuito com Billy Phillips
Em um webinar gratuito, Billy compartilha algumas ideias e insights poderosos sobre o motivo pelo qual os ensinamentos secretos de Jesus estão surgindo neste momento da história. Billy também compartilha a resposta revelada pelos Kabalistas, incluindo uma seção censurada do Zohar que foi deletada na Idade Média.
