O COMPORTAMENTO BIZARRO DA LUZ

A ciência nos diz que quando você observa um fóton de luz (um fóton é simplesmente uma partícula de luz), ele afeta o comportamento de outro fóton emaranhado por vastas distâncias do espaço instantaneamente. Einstein chamou isso de “ação fantasmagórica à distância” e isso o incomodava profundamente porque sugeria que a informação estava viajando de um fóton para outro mais rápido que a velocidade da luz. E Einstein já havia mostrado que nada podia viajar mais rápido que a velocidade da luz.

Einsten_portugueseRecentemente, os físicos também demonstraram que os fótons emaranhados não só comunicam-se instantaneamente por vastas regiões do espaço, mas também “comunicam-se” através do tempo. Quando um físico observava o comportamento de um fóton, ele afetou o comportamento de um fóton observado anteriormente no tempo. De alguma forma, o presente afetou o passado.

Isso está levando os físicos a loucura. Como pode a “informação” viajar mais rápido que a velocidade da luz e como pode o presente afetar o passado?

Aí entra a Kabbalah para uma resposta simples.

Einstein estava certo. Nada viaja mais rápido que a velocidade da luz. Isso porque nada está realmente viajando. A “informação” já está lá!

O que está enganando os físicos é o conceito de informação viajando. Não há informações viajando entre dois fótons, porque não existe isso de “viagem”. Não existe essa coisa de movimento ou até mesmo de dois fótons em um nível mais profundo da realidade, de acordo com o Zohar.

Os dois fótons são um.

Tudo está interligado como um só em um nível mais profundo e oculto da existência. Os físicos estão apenas cutucando um buraco no “software” que executa esta ilusória realidade virtual em que vivemos, e eles estão detectando essa unicidade.

Além disso, o tempo também é uma ilusão, então não há nada viajando de volta no tempo.

No entanto, em nosso mundo material e virtual, estamos sob ilusões e, portanto, regidos pelo tempo e pelo espaço. Isso acontece para fins de livre arbítrio.

Este é o verdadeiro segredo por trás de Rosh Hashaná e Yom Kippur, onde nos é dito que podemos afetar o passado. Como? Ao mudar a nossa consciência no presente, agora afetamos as ações negativas passadas do ano anterior. Da mesma forma que alterar um fóton no presente afetou o fóton no passado.

A ciência agora prova o que a Kabbalah ensinou há dois mil anos.

Então, o que cria a ilusão de tempo e espaço neste mundo?

Qual é o software que introduz o tempo e o espaço em nossas vidas?

O Ego.

A consciência do ego, de acordo com a Kabbalah, é o que evoca a ilusão de tempo e espaço, atrasando nossa redenção e criando separação entre o nosso momento presente e o futuro paraíso.

A forma de trazer o futuro para o presente é remover o ego.

A maneira de remover o espaço entre o paraíso que o “amanhã” reserva e o momento presente é remover o espaço entre nós e os nossos amigos e inimigos.

E a maneira de consertar o passado é mudar no presente.

Então, mudança constante de caráter e transformação do nosso ego é a forma pela qual afetamos o passado e o futuro, para que o momento presente possa conceber o paraíso, que é o nosso destino.

É isso que o Zohar chama de “Messias”.

Agora podemos entender porque a Kabbalah foi chamada de misticismo durante vinte séculos.

Hoje, ela é chamada de física quântica.

Billy Phillips

Billy Phillips é aluno do Rav e da Karen Berg desde 1989. As opiniões expressadas aqui têm como base seu próprio aprendizado e 22 anos estudando a sabedoria da Kabbalah. Apesar de ser aluno do Kabbalah Centre, as visões e artigos que apresenta aqui se relacionam com sua experiência e refletem sua visão pessoal e não são uma representação oficial do Kabbalah Centre e de seus ensinamentos.

VOCÊ TAMBÉM IRÁ GOSTAR DESSES POSTS:

1 Response

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Imagem CAPTCHA

*

Pode usar estas etiquetas HTML e atributos: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>