REGANDO A TERRA

Quer saber um segredo?

Um segredo muito, muito legal?

Tem uma instrução estranha na Torá.

De Deus. Para Moisés.

Deus disse para Moisés, “Fale com a rocha e a água vai sair de dentro dela”.

Moisés não falou com a rocha.

Ao invés disso, Moisés bateu na rocha. 
O Zohar é claro sobre isso: a água que proveio da rocha não era  água.

Era sabedoria.

A Sabedoria da Kabbalah.

A Sabedoria do Zohar.

A história contada pela Torá não era realmente sobre água.

A água era apenas uma palavra codificada.

Todo kabalista sabe disso.

A história era sobre revelar e compartilhar a sabedoria.

Qual sabedoria?

O poder nu e cru do Zohar.

Então, por que Moisés bateu na rocha?

Por que Moisés não falou com a rocha?

Bater na rocha é uma metáfora para a fisicalidade, materialidade.

Falar é uma metáfora para consciência.

Moisés bateu na rocha porque a consciência do povo ainda não estava pronta para reinar sobre o mundo.

Eles tinham dúvidas. Dúvidas sobre o poder que a consciência tem de alterar o ambiente físico.

Eles não estavam preparados para ir até o fim.

Eles não estavam preparados para desistir do ego.

Porque para liberar o poder da consciência, você tem que  rebobinar o ego e desmantelá-lo.

Para sempre. Porque o ego é a fonte de toda a dúvida. O DNA da dúvida. A essência da dúvida.

Na época de Moisés, o povo só queria tomar para si.

Não queriam compartilhar.

Eles queriam realizar seus próprios sonhos ao invés de realizar os sonhos das outras pessoas.

A chave de tudo é fazer com que os sonhos das outras pessoas se tornem realidade.

E assim, bilhões de pessoas no mundo estarão trabalhando para que o sonho do outro se torne realidade.

Esta é a formula e a sabedoria que estavam jorrando da rocha.

Mas o ego das pessoas fizeram-nas  querer receber para si mesmo, egoisticamente.

Ao invés de compartilhar de forma altruísta.

Sacou?

Se não, leia de novo.

Ok – agora é hora de “adiantar a fita”.

Uns 16 séculos pra frente.

Tá pronto para uma verdade dura e cruel?

Tem certeza?

Digo: você realmente tem certeza?

Ok.

Há 2.000 anos atrás, os romanos proibiram os ensinamentos literais e místicos da Torá.

A Kabbalah.

A sabedoria e a tecnologia que iriam despir todo egoísmo e deixar somente bondade no coração da humanidade.

Um dia, um punhado de judeus negativos correu para o governo romano e dedurou o Rabbi Akiva por ensinar Kabbalah para os seus alunos.

Akiva foi então esfolado vivo pelos romanos.

Sua carne foi toda arrancada.

Da cabeça aos pés.

Uma morte horrível e diabólica.

Outra pessoa correu para o governo romano e deduraram  o kabalista Rabbi Shimon Bar Yochai porque falar a verdade em público.

Rabbi Shimon se refugiou em uma caverna por 13 anos.

O kabalista Yehuda ben Baba sofreu 300 flechadas de soldados romanos.

O kabalista Rabbi Ishmael teve o seu rosto (e não a sua cabeça) cortado fora.

E não parou por aí.

Alguns judeus foram até o governo romano e falaram mal do kabalista Rabbi Yehoshua (Jesus).

Eles inventaram mentiras sobre os seus verdadeiros ensinamentos kabalísticos.

Jesus tentou esconder a verdade sobre o que ele estava fazendo, apenas revelando estes segredos kabalísticos para os seus discípulos mais próximos.

Para as massas, ele falou em parábolas, para ocultar o poder daquilo que ele estava revelando ao mundo.

Mas os judeus o chamaram de criminoso.

Ele foi dependurado na véspera da Páscoa.

É por isso que o Novo Testamento diz: “O Deus de nossos Pais ressuscitou Jesus, a quem matastes dependurado em uma árvore” (Atos 5:30.)

E também: “E nós somos testemunhas de todas as coisas que ele [Jesus] fez tanto na terra dos judeus e em Jerusalém; a quem eles mataram e dependuraram em uma árvore” (Atos 10:39.)

E também: “carregando ele mesmo em seu corpo, sobre a árvore, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça” (I Pedro 2:24.)

E também: “E quando eles cumpriram tudo que foi escrito sobre ele, eles o desceram da árvore e o deitaram em uma sepultura” (Atos 13.29.)

Akiva e Rabbi Shimon tentaram trazer a Kabbalah para os judeus.

Para os tornarem israelistas.

A missão de Jesus era trazer a Kabbalah para as nações gentias e pagãs.

Para trazer a eles salvação da escuridão e do caos do mundo.

Mas todos estes grandes sábios kabalistas foram interrompidos. Mortos em seus caminhos.

É por isso que o mundo continua a queimar nos últimos vinte séculos.

Avancemos para o século XVIII.

Os judeus correram para as autoridades da Alemanha e da Itália.

Eles fizeram falsas acusações sobre um grande kabalista.

Um italiano.

Rav Moisés Chaim Luzzatto.

Eles o excomungaram.

Em Frankfurt.

Na Itália.

Queimaram seu Zohar.

Enterraram seus escritos em um cemitério.

Puseram-no para fora da sua terra natal.

Então, de quem é a culpa?

É das pessoas que deduraram e caluniaram os kabalistas?

É culpa dos acusadores?

Não.

A culpa é do povo.

Eles se recusaram a se levantar.

Recusaram-se a falar algo contra isso.

Porque uma parte de falar contra é deixar o ego na porta e falar com o coração e estar disposto a assumir a responsabilidade.

Não é nada fácil.

Mas tenho boas notícias.

Agora é a hora do mundo mudar.

Nesta época, o povo irá falar.

Neste tempo, nossas vozes falarão.

Você falará.

Nós falaremos.

É hora de trazer os ensinamentos secretos de Jesus para o mundo todo.

É hora de trazer a tecnologia e sabedoria de Rabbi Shimon para os Filhos de Israel.

É hora de falar com todo mundo.

www.estudantesdekabbalah.com

Baseados nos ensinamentos do kabalista Rav Berg. De Karen Berg. Rav Brandwein. Rav Ashlag.

 

O cerne do Kabbalah Centre. Incluindo toda a linhagem sagrada dos kabalistas. Toda ela originando-se em Moisés.

 

Leia!

Compartilhe!

Se você gostar do que ler, e você não compartilhar, você estará pegando para você.

Você não está dando.

Grande erro.

Você deve compartilhar isto.

Ativamente.

De forma passional.

Ou os erros da história irão se repetir.

Compartilhar um artigo, compartilhar uma história de milagres, compartilhar qualquer verdade deste website É falar a respeito.

Dar o sagrado Zohar para alguém é falar com a voz mais alta possível. Uma voz que irá reverberar por todo o mundo.

Uma vez por mês, presenteie um estranho com o Zohar.

Compartilhe a sabedoria que tem nesse site.

Porque ainda precisamos consertar o que não conseguimos na história.

A única razão pelo qual o Messias e a paz mundial ainda não chegaram é porque nós ainda não levamos essa Luz para o mundo todo.

Somente quando uma massa crítica de pessoas puder se apoderar da sabedoria da Kabbalah e do livro do Zohar e quando atingir uma verdadeira e profunda plenitude interior, só então o Messias chegará para banir para sempre a escuridão e a morte.

Depende de nós. Sempre dependeu!

Jesus deu às nações do mundo o caminho e os ensinamentos.

Está tudo enraizado no Zohar. Cada uma de suas palavras.

Rabbi Shimon e Rabbi Akiva revelaram a sabedoria que pode transformar para sempre os judeus do mundo em um verdadeiro reino espiritual de Israelitas.

Chegou o tempo de falarmos.

Agora.

Nós precisamos falar com a rocha e fazer jorrar água; para irrigar e alimentar a Terra.

A rocha é o Planeta Terra.

A Terceira Rocha a partir do Sol.

A água é a Kabbalah.

E a fonte e poço sem fim da dádiva da sabedoria é o Zohar.

Todo esse movimento do Kabbalah Centre pode ser um riacho, um rio, um mar e um oceano – se pessoas suficiente falarem sobre.

Compartilhe as histórias de milagres das pessoas que aparecem neste site.

Compartilhe a sabedoria.

Compartilhe o Zohar.

Fale.

Fale em voz alta.

Fale com força.

Não leia apenas e diga “uau”.

Faça mais alguém dizer “uau”.

Palavras têm poder.

Fale e compartilhe.

Compartilhar é falar.

Agora vá e mude o mundo, regando a Terra com a sabedoria de Jesus, a sabedoria de Akiva, a sabedoria de Rabbi Shimon.

E dessa forma, podemos finalmente concluir o que eles começaram.

Está em suas mãos.

Billy Phillips

Billy Phillips é aluno do Rav e da Karen Berg desde 1989. As opiniões expressadas aqui têm como base seu próprio aprendizado e 22 anos estudando a sabedoria da Kabbalah. Apesar de ser aluno do Kabbalah Centre, as visões e artigos que apresenta aqui se relacionam com sua experiência e refletem sua visão pessoal e não são uma representação oficial do Kabbalah Centre e de seus ensinamentos.

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