Sabedoria Universal

A Kabbalah é universal. Pertence a toda a humanidade – todos os Cristãos, Muçulmanos, Hindus, Israelitas, Budistas e toda e qualquer alma na Terra. Então a Kabbalah não é uma religião ou um caminho para um determinado grupo de pessoas. A Kabbalah abrange todas as ciências e todos os caminhos espirituais porque é universal como a força da gravidade, que afeta todas as pessoas independentemente de raça, sexo, crenças ou opiniões.

Quando dizemos que a Kabbalah é a única ferramenta que tem o poder para trazer a paz na terra para todo o sempre, é o mesmo poder que você encontra na base do Islamismo, do Cristianismo e da Torá – é o poder do conceito de Ame ao próximo como a si mesmo incondicionalmente. Para os muçulmanos, é o Alcorão. Para os cristãos, o Novo Testamento e os ensinamentos de Jesus. Para os israelitas, a Torá / Zohar. No cerne de todas as religiões, você encontra a idéia de fraternidade universal, dignidade humana e de amor. Então, qual seria o problema?

Quando você interpreta literalmente as Escrituras Sagradas de qualquer religião, isso gera muita confusão. Há equívocos perigosos. A Kabbalah diz para olhar os textos além do nível superficial, olhar para o nível da alma das Escrituras Sagradas e assim você encontra “Ame Ao Próximo” brilhando fortemente.

Assim, por exemplo, quando a Torá diz para matar seu inimigo e aniquilar todos os homens, mulheres e crianças, o Zohar diz que isso é um código. O Zohar diz que qualquer pessoa que interprete a Torá literalmente, seria melhor que esse tolo nunca estivesse nascido.

Então, como podemos explicar esta seção codificada da Torá?

É simples: o inimigo é o nosso auto-interesse e nosso próprio ego. Aniquilar os homens, mulheres e crianças significa exterminar todos os níveis e traços de ego dentro de nós mesmos. Devemos erradicar os aspectos femininos do nosso ego, o que significa receber e pegar gananciosamente, egoisticamente, somente para si mesmo. Temos que vencer os aspectos masculinos do nosso ego, o que significa dar com segundas intenções e egoisticamente, de forma sorrateira e achando-se no direito de tê-lo feito. Devemos banir o nosso ego no momento em que aparece, especialmente os menores e mais sutis traços de auto-interesse, antes que eles explodam, cresçam e amadureçam em um comportamento adulterado, extremamente egoísta e narcisista.

Ao completarmos essa missão, iremos automaticamente Amar Ao Próximo.

E será quando a paz e a existência imortal irá florescer em todo o planeta.

Billy Phillips

Billy Phillips é aluno do Rav e da Karen Berg desde 1989. As opiniões expressadas aqui têm como base seu próprio aprendizado e 22 anos estudando a sabedoria da Kabbalah. Apesar de ser aluno do Kabbalah Centre, as visões e artigos que apresenta aqui se relacionam com sua experiência e refletem sua visão pessoal e não são uma representação oficial do Kabbalah Centre e de seus ensinamentos.

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1 Response

  1. Valter Luz Almeida diz:

    Vençamos o velho homem!

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